domingo, 31 de maio de 2009

30.05.2009

Trabalho não tem havido muito; e apesar disso não tenho tido hipótese de vir contar novidades ao blog. Porquê? Bem, porque a internet nesta terra também não tem querido trabalhar. O mal é geral...

Ora bem, ao que interessa.

Desde a última entrada tive a visita dos meus pais e da minha irmã. Foi muito bom ter a visita da família, como não podia deixar de ser. Deu para dar outra vez a volta à ilha, fui jantar fora todos os dias, um luxo. Só miminhos. Quanto a fotografias, como vem sendo hábito, esqueci-me da minha máquina, por isso está tudo em máquinas alheias. Só quando voltar a Portugal é que vou ver fotografias dos passeios.

Conclusão da visita da família - ainda fiquei com mais saudades de casa. Na formação do Inov mostraram-nos várias vezes o gráfico típico do moral dos contacteantes, em que havia uma depressão grande no segundo mês. A minha "grande depressão" veio no 4º mês, um bocadinho mais tarde. Mas pronto, já passou.

Depois da visita da famelga, estivemos, eu e o Augusto, a tomar conta do centro durante 2 semanas. Duas semanas de calmaria, tipo aquelas que se vê nos filmes, quando um barco está em águas onde não sopra a mais pequena brisa. Volta e meia lá vinha uma golfada de ar fresco (algum mergulhador desgarrado) e aí estávamos a pôr o pessoal a andar. Vá lá que sem o patrão não houve grandes revoltas do proletariado. Felizmente!

Pronto, agora está o patrão de volta com a equipa científica, por isso devo voltar aos mergulhos amanhã (façam figas!!!!).

Ficam duas fotografias de curiosidades salenses.

Natureza morta


Adivinha

O primeiro a dizer o que está escrito neste cartaz, correctamente, ganha uma garrafinha de pontche. Partida, largada, fugida!

Adenda 31.05.2009:
Já fui ao mar!!! yay!!!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Intervalo

Epá! Isto tem estado complicado. A nossa net anda morrida da silva e no trabalho... pronto, é complicado andar a fazer uploads e downloads e coisas que tais. Portantos, esta mensagem é só para dizer que estou viva e que há conteúdos para colocar aqui no blog, só que pronto... Ka tem chance de pôr as coisas no blog.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

6 de Maio 2009

Hoje voltei à água, apenas para fazer um mergulhito de relações públicas, mas soube bem! É espantoso como basta isso para dar um pouco de ânimo. Opá, ficar o dia todo encafuada num escritório não é simpático, por alguma coisa fui para biologia (marinha)! Mas deixa cá parar senão dizem que só me queixo :P

Então, o mergulho. Veio até Cabo Verde uma jornalista chinesa fazer uma visita ao país para depois relatar a viagem na sua coluna (de viagens?) num jornal chinês. Aparentemente passou um mau bocado na ilha do Fogo e só queria vir até ao Sal mergulhar e desopilar antes de regressar. Eu ia acompanhar a senhora no mergulho, mas como ela afinal tinha pouca experiência também veio o Nuno. Desta vez não vi nenhuma tartaruga (sim, porque da última vez que mergulhei vi finalmente uma tartaruga!), mas vi uma lebre-do-mar (Aplysia dactylomela), que, por estar tão escondida, foi uma sorte eu dar com ela. A senhora é engraçada, toda abraços e beijinhos, e quando eu lhe disse que era bióloga marinha veio logo dar-me um xi-coração "Oh quando eu era pequena o meu sonho era ser bióloga marinha!". hehehe É engraçado, também, a quantidade de gente que já passou por aqui que diz isso. Ou quando vou nas saídas de pesca a dar a conversa de introdução durante a viagem até ao porto e, porque já estou a falar há 10 minutos, já há alguns sussurros ou mentes distraídas; mas quando digo que sou bióloga marinha parece que tudo fica com as antenas no ar. É mesmo essa a sensação, porque às vezes o movimento das pessoas é imperceptível. Fica tudo um bocado mais silencioso e atento. Pronto, isto para dizer que é profissão que agradaria a muita gente. Mal eles sabem... Alto! que já te estás a queixar outra vez! lol

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Bento

Não, não é Bento com risca ao meio do Sporting (não liguem, isto de ver muita Sport Tv é o que dá...), é mesmo o vento, aquele que sopra. E chiça que ele sopra por terras Cabo Verdianas. Se em São Vicente eu atribuía a enorme quantidade de maluquinhos por metro quadrado ao vento, aqui é mesmo a sujidade que me chateia. Só o pó no ar bastaria para dar cabo da paciência a um santo, mas quando se tem obras ao lado em que fazem isolação das paredes com esferovite o resultado é este:



Agora imaginem varrer estas bolinhas voadoras para uma pá (o que já por si não é fácil) e assim que acabam começam a entrar uma, duas, três, dez, porra! centenas de bolinhas. Conclusão, cada um de nós no escritório acaba a varrer pela menos 3 vezes por dia.

Felizmente a aplicação de esferovite abrandou, porque tem sido menor o volume de *bolinhas* (a ser lido tipo os gajos do Seinfeld a dizer "Newman") e o vento também começou a amainar.

Sabem o que isto quer dizer? Caaaaloooor!

hehehe

Agora é que vai começar a sério. Daqui a uns dias hei-de estar a desejar o vento outra vez :P